domingo, 2 de janeiro de 2011

O valor da poesia na antiguidade - 02/01/2011

Texto áureo: 2Samuel 22:50
 
Por isso eu te louvo entre pagãos; a ti eu canto hinos de louvor.
 
Leitura de hoje: 1Reis 4:29-34
 
E deu Deus a Salomão sabedoria, e muitíssimo entendimento, e largueza de coração, como a areia que {está} na praia do mar.

E era a sabedoria de Salomão maior do que a sabedoria de todos os do Oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios. E era {ele ainda} mais sábio do que todos os homens, {e do} que Etã, ezraíta, e do que Hemã, e Calcol, e Darda, filhos de Maol; e correu o seu nome por todas as nações em redor.

E disse três mil provérbios, e foram os seus cânticos mil e cinco.

Também falou das árvores, desde o cedro que {está} no Líbano até ao hissopo que nasce na parede; também falou dos animais, e das aves, e dos répteis, e dos peixes.

E vinham de todos os povos a ouvir a sabedoria de Salomão e de todos os reis da terra que tinham ouvido da sua sabedoria.

Comentário

Revista Atitude 1T11 - A importância da poesia para o culto a Deus

A universalidade da poesia possibilitou ao povo de Israel, seja enquanto Nômade pelo deserto, na companhia de Moisés, seja fixado na terra na época de Davi e Salomão, ou fora da terra, no exílio, a demonstrar seu amor por Deus e seus atos salvadores e redentores.

Histórias e leis servem para registrar e legislar, mas não para exaltar. É por isso que em meio a narrativas importantes como a travessia do Mar Vermelho (Exodo 14), temos a seguir um poema glorificando a Deus pelo livramento ao povo (Exodo 15).

As poesias israelitas, os salmos, serviam para que o povo, onde quer que estivesse, pudesse lembrar de Deus e do que ele já havia feito por eles.

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